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Criação de blog

Criação de blog para negócios locais

Artigos que respondem às perguntas que os seus clientes escrevem no Google e no ChatGPT, publicados num ritmo estável e não de rajada.

Um blog é um conjunto de respostas, não um diário

Um negócio local não precisa de um blog a anunciar que está “entusiasmado por partilhar”. Precisa de páginas que respondam a uma pergunta que um futuro cliente já tem, nas palavras que esse cliente usaria. Essa pergunta raramente é o nome do negócio. É o serviço, a cidade, a comparação, o custo em termos gerais ou a coisa que corre mal.

Escrevemos esses artigos em português europeu, em inglês ou nos dois, conforme o site. A expressão principal aparece no título, na abertura e num título intermédio. O artigo tem de ser legível pelo dono do negócio. Se soar a uma lista de palavras, um assistente não o cita e uma pessoa não confia nele.

O artigo deste site, sobre o que um website precisa para aparecer no Google e no ChatGPT, é o padrão que queremos dizer: uma pergunta concreta, uma resposta direta e uma forma de pedir a auditoria. Os blogs dos clientes seguem a mesma forma, no setor desse cliente.

O ritmo vale mais do que uma pilha de artigos

O plano mensal inclui um blog num ritmo estável. Um artigo útil por mês acumula. Oito artigos escritos numa semana, e depois silêncio, não. Alinhamos os temas consigo antes de serem escritos. O cliente conhece os seus clientes. Nós sabemos que perguntas já têm página e quais só duplicariam essa página.

Um tema que repete uma página de serviço é recusado. A página de serviço deve posicionar para a oferta. O artigo deve posicionar para a pergunta à volta da oferta: como escolher, o que esperar, o que não inclui. As ligações internas vão do artigo para a página de serviço e de volta, com palavras normais.

Não inventamos um calendário de publicações diárias e não inventamos um preço em euros para um artigo avulso. O blog faz parte do plano mensal. O mínimo de seis meses aplica-se. A proposta indica o ritmo do seu site.

Clientes cujos sites já têm blog

Vários sites do portefólio estão preparados para publicar: Tiago Zattar Hair, kiloJoule, Laise Queiroz, Du Valle Beauty, Catarina Henriques Imobiliária e Tyrrel Professional. Isto é uma afirmação sobre a estrutura do site, não um número de tráfego. Os contactos ficam nos três casos que já os publicam.

O setor decide os temas. Um artigo de salão não é um artigo de engenharia com os substantivos trocados. Não abrimos uma página de setor neste site sem o portefólio já ter esse trabalho. A página de cabeleireiros existe porque os casos de salão existem.

O que a criação de blog inclui

  • 01

    Um tema que aprova

    Propomos a pergunta, a pesquisa que serve e a página de serviço que deve apoiar. Aprova antes de o artigo ser escrito.

  • 02

    Um artigo num ritmo

    O plano é feito à volta de um mês estável, não de uma rajada de lançamento. O ritmo exato do seu site está na proposta.

  • 03

    Escrito para o Google e para respostas de IA

    Uma resposta direta perto do topo, o lugar nomeado onde importa e detalhe suficiente para um assistente citar um trecho sem inventar o resto.

  • 04

    Português europeu quando o site é em português

    pt-PT, não português do Brasil. Os artigos em inglês são escritos em inglês, não traduzidos à troca de um glossário.

  • 05

    Ligações internas

    O artigo liga à página de serviço relevante. A página de serviço pode ligar de volta quando o artigo explica melhor uma pergunta.

  • 06

    Só os seus factos

    Sem preços inventados, sem notas de avaliação inventadas, sem clientes que não tem. Se falta um facto, o rascunho espera.

Sites preparados para publicar

Estes são clientes cujos sites já têm estrutura de blog. Não estamos a reclamar um posicionamento ou um total de contactos a partir dos artigos. Esses números, quando os publicamos, estão no caso.

Perguntas sobre o blog

Preciso de um blog se já tenho páginas de serviço?

As páginas de serviço cobrem o que vende. O blog cobre as perguntas à volta dessa oferta. Se só tem um serviço e as perguntas já estão respondidas nessa página, dizemos. Preferimos não acrescentar um blog que duplica a página de serviço.

Quem escreve?

Escrevemos nós, no estúdio, a partir de um tema que aprovou e de factos que nos deu. Não lhe entregamos um calendário em branco para se tornar editor.

Escrevem em português e em inglês?

Sim, quando o site é bilingue. Cada língua é o seu URL. Não traduzimos o artigo português à máquina e chamamos-lhe o artigo inglês.

Com que frequência publicam?

O plano mensal é feito para um ritmo estável, em regra um artigo no mês. O número fica combinado na proposta. Não vendemos um blog diário.

Um artigo chega para posicionar?

Às vezes, para uma pergunta concreta, depois de indexado e ligado. Muitas vezes apoia a página de serviço em vez de a ultrapassar. Reportamos o que a Search Console mostra. Não prometemos que o artigo vai posicionar.

O artigo pode dizer os meus preços?

Só se publica esses preços. No nosso próprio plano explicamos a forma — uma mensalidade, mínimo de seis meses — e deixamos o número para a proposta. Os artigos dos clientes seguem a mesma regra.

E se este mês não tiver nada para dizer?

Então escolhemos uma pergunta que os seus clientes já fazem, ou saltamos em vez de publicar enchimento. O silêncio é melhor do que um artigo que serviria para qualquer negócio da cidade.

Veja se o blog é a falha

A auditoria diz se faltam respostas ou se o problema são as próprias páginas de serviço. Respondemos em 24 horas.

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